As cartas que nunca te enviei: Da janela do comboio

Meu amor,

Da janela do comboio
vejo nosso passado ainda presente

Onde tudo que não existiu
começou e acabou

Tão rápido e tão intenso
Tão infantilmente feliz e dolorido

Mas quero que saibas (e que lembres):
nosso adeus não foi como os outros
nossa história não foi como as outras

Cada palavra, cada sorriso
Cada carícia, cada espera

Não foi como os outros

Por isso, não duvide nunca de que alguém te amou
Pois você foi amado

E como foi…

Sua