Me Before You: uma história linda (logo nos cinemas)

Eu já falei muitas vezes (e em muitos posts) como eu sou apaixonada por literatura. Cada título que leio parece que se torna uma parte de mim, e cada um deles representa alguma fase diferente da minha vida. Um dos mais especiais, e que mexeu de uma forma extraordinária comigo, foi o livro Me Before You (ou, na tradução brasileira, Como eu era antes de você), da escritora Jojo Moyes. Lembro de ter lido ele em 2012 e ter corrido para comprar outros títulos da autora, que na época não existiam no Brasil (vale conferir outros títulos aqui).

Essa história, resumidamente, gira em torno de uma menina do interior, chamada Louisa Clark, que desesperada por um emprego é obrigada a se tornar cuidadora de um tetraplégico. Obviamente um romance surge no meio disso tudo, mas a mensagem que o livro passa é muito maior do que qualquer ficção. É um daqueles livros que te faz pensar e questionar muitas coisas na vida, principalmente em relação a morte (já que o livro entra na polêmica da clínica Dignitas, em atividade desde 1998 na Suíça, e especializada em suicídio assistido).

Quem tiver interesse nesse assunto, e até para entender melhor como funciona essa clínica, recomendo esses dois artigos, o primeiro publicado na revista Época, em 2012 (aqui), e o segundo da BBC Brasil, de 2010 (aqui).

O melhor de tudo é que hoje, três anos depois de ler esse livro, vou poder finalmente ver a história em ação, nas telas do cinema (com previsão para junho). Quem vai interpretar a protagonista é a atriz Emilia Clarke, conhecida por interpretar Daenerys na série Game of Thrones, junto com os atores Sam Claflin (Jogos Vorazes), Matthew Lewis (Happy Potter), Charles Dance (Games of Thrones) e Jenna Coleman (Doctor Who).

Semana passada saiu o trailer oficial, olhem só:

Abaixo um dos meus trechos favoritos ❤

(…) I told him a story of two people. Two people who shouldn’t have met, and who didn’t like each other much when they did, but who found they were the only two people in the world who could possibly have understood each other.