ModaLisboa Boundless: minhas impressões e desfiles favoritos

Quem me acompanha pelas redes sociais (@danielaschwanke) já deve ter visto que estive pelos corredores da ModaLisboa. É a segunda vez que vou ao evento e adoro conferir o que há de novo na moda portuguesa e toda a estrutura e logística que há por trás de um evento como este. Reparo em tudo, em cada detalhe. E quero tentar passar para vocês o que de fato acontece em uma semana de moda, com um plus do que eu vi e curti.

Desta vez foram três dias de desfiles, totalizando 17 apresentações (um evento pequeno, se comparado com outras semanas de moda ao redor do mundo, mas com muito conteúdo). Como sempre 🙂

O local escolhido para esta edição, depois de seis anos no Pátio da Galé (onde estive da última vez), foi o Centro Cultural de Belém (CCB). Achei a mudança excelente, já que o lugar é muito mais amplo e fresco – ideal para descansar entre um desfile e outro, além de, obviamente, tirar ótimas fotografias. A luz de Lisboa é uma das melhores do mundo, nem há o que dizer.

Para quem não tinha convite, havia algumas exposições do lado de fora, o que achei bacana. E dentro várias novidades, como é o caso do Wonder Room (já vi algo bem parecido no São Paulo Fashion Week), onde 16 marcas portuguesas expuseram seus trabalhos. Adorei encontrar as peças da Juliana Bezerra, que sigo há tempos no Instagram (vale a pena conferir).

Os desfiles foram, como sempre, belíssimos. E resolvi fazer um top 4 dos meus favoritos. Quem quiser conferir tudo + vídeos dos desfiles completos, basta acessar o site da ModaLisboa neste link aqui.

Luis Carvalho

A inspiração para esta coleção veio do fundo do mar, focando nas águas escuras, plantas e animais marinhos que habitam as profundezas – por isso o nome “deep”. A paleta de cores teve como base o preto e o azul. Achei chique, como tudo o que ele faz.

Filipe Faísca

O meu queridinho desta edição, com uma coleção intitulada “caleidoscópio”. É possível perceber a inspiração nas variadas formas, cores, materiais, etc. O último look é maravilhoso, concordam?

Christophe Sauvat

Achei interessante a inspiração em três lugares distintos: Rússia, Los Angeles e Portugal. Exótico, não? Seu lado boho continua presente, mas dessa vez mais sofisticado e com uma pegada mais cosmopolita.

Ricardo Preto

Bem diferente das outras coleções citadas acima, Ricardo Preto é sempre minimalista e ultrassofisticado. A coleção teve como ponto de partida os modernistas, fundadores da Bauhaus e todas as expressões artísticas daquela época.

Logo mais faço publicações sobre os bastidores, o que ganhamos como imprensa, formas de conseguir convites, entre outras coisas. Se tiverem sugestões de conteúdo, é só escrever abaixo ou por e-mail. Gostaram?

Mais informações:
Moda Lisboa